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por Menina Marota, em 23.06.05

Entardecer


 

Amanhecem em mim
todos os dias quentes
de um tempo, que já vivi.

Em que virgem me fiz mulher,
mãe-menina de mil solidões,
embalada no sonho
que é a vida, aos turbilhões.

Amanhecem em ti
gaivotas no olhar,
plenas de liberdade
voando em dias serenos
de marés azuis e corais floridos,
de águas profundas
longe das multidões…

Entardecem em nós
momentos fulgurantes
em escoaçares constantes
de ave roçando o azul
do imenso infinito,
onde a eterna melodia
tocará, até ao nascer do dia.

E, da janela da vida,
o sol quente, suavemente,
num mar calmo de ilusões
entardeceu…

 


Poema destinado às Noites de Poesia S.Mamede de Infesta -17 de Junho

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3 comentários

De Menina_marota a 23.06.2005 às 13:01

Volta, Friedrich!

Estás perdoado!! eheh

Acontece, meu Amigo! (mas não repitas a gracinha... eheh fiquei a "chorar"... ó pa mim... toda "ranhosa"...)

Um abraço , sei do teu esforço para me ajudares a manter este Blog...
;)

De lua_sol a 23.06.2005 às 09:49

Deve de facto ser doce esse entardecer da vida. Espero que quando o meu chegar seja assim tão suave. Beijinhos e bom S. João.

De Friedrich a 23.06.2005 às 09:34

Aconteceu uma desgraça, só posso pedir desculpas, o blog estava novamente a levar tempo a abrir e fui rectificar este post, e em vez de clickar em pré- visualizar clikei em apagar, ainda clikei em cancelar mas não deu e o resultado é que se apagaram todos os comentários que eram 29...

PEÇO-TE IMENSAS DESCULPAS
Estou deveras constrangido com o acontecido, nem sei como te pedir desculpas...
Perdoa-me!

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